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PS4 Pro não será lançado no Brasil, diz Sony

Os gamers brasileiros que estavam ansiosos para jogar na versão mais parruda do PlayStation 4 ganharam uma péssima notícia nesta quinta-feira, 10. Em entrevista ao UOL Jogos, a Sony confirmou que o PS4 Pro não será lançado no Brasil.

“Não temos planos de lançar o PS4 Pro no Brasil”, disse a empresa. O motivo que levou a Sony a tomar essa decisão foi uma estratégia da fabricante japonesa de intensificar o crescimento da versão tradicional do console por aqui.

Com hardware mais robusto, o videogame é capaz de rodar jogos em resolução 4K, e ele é compatível com todos os games atuais. Aos poucos, os principais títulos dessa geração já estão ganhando versões renderizadas e ficando com visual gráfico melhor, casos de “The Last Of Us Remastered” e “Infamous: Second Son”, por exemplo.

Mercado paralelo

Apesar de a Sony confirmar que o console não será comercializado no Brasil, algumas lojas brasileiras já estavam vendendo o videogame antes mesmo do lançamento oficial do aparelho, marcado para hoje, nos Estados Unidos. Sem garantia, o preço cobrado pelo console estava na casa dos R$ 2,5 mil.

 

Via: Olhar Digital.




Após vitória de Trump nos EUA, iPhone poderá ficar mais caro

A confirmação de que Donald Trump será o próximo presidente dos Estados Unidos deve trazer impactos diretos para o mercado de tecnologia pessoal, uma vez que, quando candidato, o republicano afirmou que obrigaria as empresas americanas a repatriar suas linhas de produção.

Nós vamos fazer a Apple construir os seus ‘malditos’ computadores e coisas neste país, em vez de outros países”, afirmou Trump no início do ano. “A Apple e todas estas grandes empresas terão de fazer seus produtos nos Estados Unidos e não na China ou Vietnã.

Na época, o professor Jason Dedrick , da Syracuse University, ressaltou à Wired que a Apple não apenas terceiriza sua produção a um único fornecedor em um único país, ela conta com uma vasta e complexa cadeia de fornecimento para compilar um iPhone. Além de o próprio equipamento de fabricação custar bilhões de dólares e os conhecimentos necessários para executá-lo praticamente só existirem nesses locais, as cadeias de fornecimento são lucrativas para a companhia, que consegue reter cerca de 60% do valor de cada smartphone vendido.

Mais problemático que a “falta de patriotismo”, o impedimento de produzir fora dos Estados Unidos seria logisticamente impossível para as empresas, que aproveitam a mão de obra barata de outros locais para reduzir os preços de seus produtos.

Via: Olhar Digital